quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

HA!! A MOCIDADE!

Eclesiastes 11.9,10 

Este texto dá a entender que o poeta está encorajando a juventude a uma auto-indulgência insensata, mas logo ele dá uma advertência sóbria segundo a qual Deus levará tudo a juízo (Mt.12.36) "O grande Porém é, acharmos que tudo o que fazemos é correto e nos esquecemos muitas vezes da Palavra de Deus. (. "Todos os caminhos do homem são limpos aos seus olhos, mas o Senhor pesa os espíritos" (Pv 16.2).

1°_ALEGREM-SE v9 
Alegria: (Emoção e estado de satisfação e felicidade. Sl 16.11). Tu me mostras o caminho que leva a vida. A tua presença me enche de alegria e me traz felicidade para sempre. O salmista fala de uma alegria de estar na presença de Deus que é uma alegria continua, não falta. Mas, a alegria do mundo essa passa, tudo é vaidade. Cp1 Ec. 9.1 1 Deveras a tudo isto apliquei o meu coração, para claramente entender tudo isto: que os justos, e os sábios, e as suas obras, estão nas mãos de Deus; se é amor ou se é ódio, não o sabe o homem; TUDO PASSA perante a sua face. (IRs. 3.12; A sabedoria de Salomão). No evangelho de João 16.20-22 existe uma promessa de Jesus, hoje como cristãos vivemos em tristeza por esse mundo viver como vive, mas ele faz uma promessa olha vocês hoje estão tristes, mas, eu vou voltar e a alegria de vocês ninguém poderá tirar. 

2°_ANDAR PELOS CAMINHOS v9 
Por onde temos andado? Quais os caminhos que temos trilhado? O que anda satisfazendo o nosso coração? (Jó 31.7-15) Tenho feito conforme as minhas vontades e meus desejos? (Tudo o que temos feito saiba de uma coisa, Deus está vendo no finalzinho do v9 vem o alerta do poeta. Ver também. Ec. 3.17) O Salmista C.42.7 Fala que um abismo chama outro abismo e o seu fim é a cova. _Se estivermos andando errantes pelo caminho, precisamos de uma bússola para nos guiar. Nm. 15. 37 Disse mais o Senhor a Moisés: 38 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes que façam para si franjas nas bordas das suas vestes, pelas suas gerações; e que ponham nas franjas das bordas um cordão azul.39 Tê-lo-eis nas franjas, para que o vejais, e vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os observeis; e para que não vos deixeis arrastar à infidelidade pelo vosso coração ou pela vossa vista, como antes o fazíeis; 

3°_AFASTE DO SEU CORAÇÃO v10 
Remove tudo o que é impuro de sua vida e de sua mente, para que você possa viver uma vida de santidade na presença do Senhor. 2Co. 7.1 Ora, amados, visto que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, 2 Tm. 2. 21 Se, pois, alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e útil ao Senhor, preparado para toda boa obra.22 Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor. Sabe por que precisamos agir desta maneira? 

4°_A VELHICE CHEGA RÁPIDO v10b 
Porque a juventude e a primavera da vida são vaidade. O escritor coloca a vida como uma primavera, que num instante passa. (Rápido demais) Sl.39.5-6. Se não sabemos valorizar a nossa vida, precisamos pedir a Deus que nos ensine a contar os nosso dias. Sl.90.12. Conclusão: Sl.34.11—22. 

QUE O SENHOR CONTINUE NOS GUARDANDO DO MAL.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O AMOR DE DEUS É A FONTE DE VIDA


Deus prova o Seu amor para a humanidade, mesmo que ela estava vivendo na rebeldia. E a obra que Ele realizou por meio do Seu Filho em favor dos pecadores, demonstra ainda melhor a magnitude da GRAÇA divina em toda a transação da salvação dos pecadores; porque podemos estar certos de que nada existe no homem que possa ser encarado como alguma espécie de mérito aos olhos de Deus, que possa ter inspirado o Criador a enviar o Seu Filho unigênito a morrer pelos homens. Jesus é a nossa fonte de vida. 
                     
     Através do amor de Deus fomos:

    I. Remidos (leia Romanos 5:6-8).
        A morte de Cristo é que define aquilo que não éramos capazes de realizar por nossa própria conta, por nossa própria força. Porque nada de tudo quanto poderíamos fazer era suficiente para dar solução ao nosso problema e necessidade moral. Foi Cristo quem se deu a si mesmo por nós, a fim de nos livrar de toda maldade e de nos purificar, fazendo de nós um povo que pertence somente a Ele e que se dedica a fazer o bem. Ou seja, Cristo nos libertou mediante o pagamento de um preço, este valor lhe custa à vida (a morte no calvário).

    II. Justificados (leia Romanos 5:9).
          Não poderíamos ser justificados, sem antes sermos remidos. Porque a justificação depende da redenção. E a morte de Cristo (vv. 6-8) cumpriu a redenção por nós. Apostolo Paulo diz: “Fomos aceitos por Deus por meio da morte de Cristo na cruz, é mais certo ainda que ficaremos livres, por meio dele, do castigo de Deus”. As pessoas são justificadas através da fé, que Deus lhes dá pela ação do ESPÍRITO SANTO. Jesus nos justificou perante Deus; e ficamos livres do castigo de Deus.

    III. Reconciliados (leia Romanos 5:10-11). 
         O amor de Deus é a fonte de vida porque através dele: fomos remidos, justificados e reconciliados. Ou seja, nós não éramos somente pecadores, mas inimigos de Deus; por vivermos obedecendo a Satanás e não a Ele. E por meio da reconciliação, voltamos viver em harmonia com Deus. E por sermos aceitos por Deus pela nossa fé nEle, temos paz com Ele por meio do nosso Senhor Jesus Cristo.  E não somente isso, mas também nós nos alegramos por causa daquilo que Deus fez por meio do nosso Senhor Jesus Cristo, que agora nos tornou amigos de Deus.
                
         Conclusão: Deus nos mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado. O que o Espírito Santo nos ensinou que a salvação não é o resultado dos esforços de nenhum de nós; e além do mais precisamos viver em harmonia com o Deus Pai, Deus Filho, e Deus Espírito.
Josias Sillva
Jave Nissi.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PERDÃO E PURIFICAÇÃO

Que a graça e a paz de Jesus esteja se fazendo presente em nossas vidas, há meses que não passo por aqui para deixar uma reflexão sobre o louvor e a adoração a Deus, mas esses dias lendo uma matéria da revista Ultimato Janeiro/Fevereiro 2012 pag 28. Achei por bem compartilhar com vocês essa verdade. O texto fala de musicas que eram escritas por autores do século 19, e essas canções falavam-se muito em perdão e purificação, eram os hinos que se cantavam nas igrejas, façamos uma pergunta, para onde foram essas canções? O que fizeram delas e desses temas, nas canções de nossas igrejas. O texto da revista traz o seguinte assunto:
Vários hinos, quase todos composto no final do século 19 e cantados por muitos anos nas igrejas evangélicas brasileiras, fazem alusão à culpa e à mancha e imploram, por causa delas, perdão e purificação. Entre aqueles que enfrentam o problema da mancha, destaca-se as seguintes estrofes:
Vem me lavar dos vis pecados meus
Conforme prometeste, meu bom Deus.
Faze-me arder e consumir de amor,
Pois quero te magnificar.

A minha alma purifica
Em teu sangue remidor;
Faze que leal e humilde,
Eu te sirva meu Senhor.

Minha mancha tão impura
Tu bem podes retirar;
E deixar em ti segura
A minha alma descansar.

A minha alma está manchada
De pecado e corrupção
Pois em mim não há justiça
Santidade ou retidão

Sim pecado, a suplicar perdão,
Embora não mereça o teu favor;
Mas dá-me, peço, a purificação!
Tem compaixão de mim, sou pecador.

A mim tu podes perdoar,
De toda mancha me lavar;
Vem dá-me um novo coração,
Ó Deus de amor e compaixão.

Mas o sangue precioso
Que na cruz o Redentor
Derramou, tão generoso,
Teu poder expiador:
Purifica, purifica
O mais ímpio pecador.

Outro hino que clama por purificação acaba de ser traduzido e musicado por João Eilson Faustini. A letra original e de Sinésio de Cirene (c. 430 d.C). a primeira estrofe diz:

De mim te lembres, Senhor
Vem me purificar
Das vis paixões ao meu redor
Minha alma vem lavar.

Além das declarações melancólicas (e saudáveis( das manchas deixadas pelo pecado, alguns hinos proclamam a certeza de que “o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado” (1Jo. 1.7).
7 Se, porém, andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Talvez o mais veemente seja “Alvo mais que a neve”.

Seja bendito o Cordeiro
Que na cruz por nós padeceu;
Seja bendito o seu sangue
Que por nós, pecadores, verteu.
Eis que no sangue lavados,
E tendo puro o coração,
Os pecadores remidos
Por Jesus têm com Deus comunhão.
Alvo mais que a neve,
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve eu estou

Quão espinhosa coroa
Que Jesus por nós suportou!
Oh! Quão profundas as chagas
Que nos provam o quanto ele amou!
Eis nessas chagas pureza
Para o maior pecador,
A quem mais alvo que a neve
O teu sangue transforma, Senhor.

Se as faltas nós confessarmos
E seguirmos na tua luz,
Tu não somente perdoas;
Purificas também, ó Jesus!
Lavas de todo pecado,
Que maravilha de amor!
Pois que mais alvo que a neve
O teu sangue nos torna, Senhor.

A nova hinologia é mais triunfante do que confessante e suplicante. Os cânticos de hoje focalizam pouco a culpa e a mancha e, como consequência, não se pede perdão e purificação como outrora. Uma das exceções é o cântico “Purificação” de Rubem Amorese. Em um trecho pede-se tanto o perdão como a purificação.

Chego a tua casa sem saber
Se has de aceitar meu bem-querer,
Pois, de conflitos e pecados,
Meu cantar macularia teu altar.

Ai, meu Senhor!
Faze meu louvor
Purificar-se em teu altar,
Em teu altar.
Separa a dor da acusação,
Liberta-me com teu perdão,
Com teu poerdão;
Liberta a minha adoração,
Adoração.

Fonte: novo Cântico e Cantos da Fé Cristã

Ao pesquisar sobre esse tema culpa e mancha não teve sucesso na busca, em encontrar alguma música de nosso tempo falando sobre esses temas. Encontrei sim dos hinários, mas da musica no século 21 gostaria de conhecer.

Que Deus nos ajude a compor canções que confessem os nossos pecados e peça ao Senhor que nos perdoe e nos tire toda mancha.

Fonte deste texto: Revista Ultimato Janeiro/Fevereiro 2012

Abaixo uma canção do Novo Cântico nº 72 “Purificação”







Josias Sillva.
Javé Nissi.

sábado, 14 de janeiro de 2012

O Fruto do Espírito



Romanos 12:1-21; 1 Coríntios 12:1-14:40; Gálatas 5:19-26; Efésios 4:1-6:20

O fruto do Espírito Santo é um dos aspectos mais negligenciados do ensino bíblico sobre santificação. Há várias razões para isso:

1. A preocupação com as coisas exteriores. Embora os estudantes muitas vezes murmurem e reclamem quando têm de fazer uma prova na escola, há um sentido em que, realmente queremos fazer as provas. Sempre encontramos nas revistas modelos de testes que medem habilidades, realizações ou conhecimentos. As pessoas gostam de saber em que nível está. Será que consegui alcançar a excelência numa certa área, ou estou afundando na mediocridade? Os cristãos não são diferentes. Tendemos a medir nosso progresso na santificação examinando nosso desempenho de acordo com padrões externos. Proferimos maldições e palavrões? Bebemos muito? Vamos muito ao cinema? Esses padrões são frequentemente usados para medir a espiritualidade. O verdadeiro teste — a evidência do fruto do Espírito Santo — geralmente é ignorado ou minimizado. Foi nessa armadilha que os fariseus caíram. Nós nos afastamos do verdadeiro teste porque o fruto do Espírito é difícil demais. Exige muito mais do caráter pessoal do que os padrões exteriores superficiais. É muito mais fácil evitar falar um palavrão do que adquirir o hábito de ter uma paciência piedosa.

2. A preocupação com os dons. O mesmo Espírito Santo que nos guia na santidade e produz fruto em nós também distribui os dons espirituais aos crentes. Parecemos muito mais interessados nos dons do Espírito do que no fruto, a despeito do ensino claro da Bíblia de que alguém pode possuir dons e ser imaturo no progresso espiritual. A carta de Paulo aos Coríntios deixa isso muito claro.

3. O problema dos descrentes justos. É frustrante medirmos nosso progresso na santificação pelo fruto do Espírito Santo porque as virtudes relacionadas às vezes são exibidas num nível maior por descrentes. Todos nós conhecemos pessoas não-cristãs que demonstram mais bondade ou mansidão do que muitos cristãos. Se as pessoas podem ter o “fruto do Espírito” independentemente do Espírito, como podemos determinar nosso crescimento espiritual desta maneira? Há uma diferença qualitativa entre as virtudes de amor, alegria, paz, longanimidade, etc., engendradas em nós pelo Espírito Santo e aquelas exibidas pelos descrentes. Os não crentes operam por motivos que, em última análise, são egoístas. Quando, porém, um crente exibe o fruto do Espírito, ele está mostrando características que, em última análise, são voltadas para Deus e para o próximo. Ser cheio do Espírito Santo significa ter uma vida controlada pelo Espírito; os não-crentes só podem exibir essas virtudes espirituais no nível da capacidade humana.

Paulo faz uma lista das virtudes do fruto do Espírito em sua carta aos Gálatas: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22,23). Essas virtudes caracterizam a vida cristã. Se somos cheios do Espírito, vamos exibir o fruto do Espírito. Isso, porém, obviamente envolve tempo. Não são ajustes superficiais do caráter que ocorrem da noite para o dia.

Tais mudanças envolvem uma reformulação das disposições mais íntimas do coração, o que representa um processo de longa vida de santificação pelo Espírito.

Sumário
1. Tendemos a negligenciar o estudo do fruto do Espírito Santo porque: (1) nos preocupamos mais com aspectos exteriores; (2) nos preocupamos mais com os dons espirituais e (3) reconhecemos que muitas pessoas incrédulas exibem as virtudes espirituais melhor do que os cristãos.
2. É mais fácil medir a espiritualidade por fatores exteriores do que pelo fruto do  espírito.
3. Podemos ter os dons espirituais e mesmo assim ser imaturos.
4. Existe uma diferença qualitativa entre a presença das virtudes espirituais nos incrédulos e nos crentes. Nos incrédulos, a virtude demonstra um mero esforço humano. Nos cristãos, as virtudes espirituais representam o Deus Espírito Santo produzindo um fruto espiritual numa medida além da capacidade humana.


Autor: R. C. Sproul
Fonte: 3º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul. Editora Cultura Cristã

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O Amor é básico na Conduta Cristã


"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes,
não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente,
não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo suporta." 1 Coríntios 13.4-7

O Cristianismo do Novo Testamento é essencialmente resposta à revelação do Criador como um Deus de amor. Deus é um Ser tríplice que ama de tal maneira os humanos incrédulos que o Pai deu seu Filho, o Filho deu sua vida, e Pai e Filho juntos agora dão o Espírito para salvar os pecadores da miséria inimaginável e leva-los à glória inimaginável.

A crença nesta maravilhosa realidade do amor divino e a sujeição a ele gera e sustenta o amor das criaturas a Deus e ao próximo, que os dois grandes mandamentos de Cristo requerem (Mt 22.35-40).

Um deles, perito na lei, o pôs à prova com esta pergunta: "Mestre, qual é o maior mandamento da Lei? " Respondeu Jesus: " ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas". NVI

Nosso amor consiste em expressar nossa gratidão pelo gracioso amor de Deus por nós, e ser moldados por ele (Ef 4.32-5.2; Jo 3.16).

Ef.4 32 Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo.
Ef. 5. 1 Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados,  2 e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.

Jo. 3.16 "Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.

O selo de legitimidade da vida cristã é, pois, o amor cristão. A medida e teste do amor a
Deus é a obediência sincera e completa

1 Jo 5.3; Porque nisto consiste o amor a Deus: obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados.

Jo 14.15,21,23 "Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele". Respondeu Jesus: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos nele morada.

a medida e o teste do amor do nosso próximo é dar a nossa vida por eles (1 Jo 3.16; cf
Jo 15.12,13  12 O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei.  13 Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.

Este amor sacrificial envolve dar-se, consumir-se e empobrecer-se até o limite do bem-estar do próximo. A história contada por Jesus da bondade do samaritano para com o odiado judeu permanece como sua definição modelo do amor ao próximo.

(Lc 10.25-37). 25 Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: "Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna? " 26 "O que está escrito na Lei? ", respondeu Jesus. "Como você a lê? " 27 Ele respondeu: " ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’". 28 Disse Jesus: "Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá". 29 Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: "E quem é o meu próximo? " 30 Em resposta, disse Jesus: "Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. 31 Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. 32 E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. 33 Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. 34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. 35 No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e disse-lhe: ‘Cuide dele. Quando voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’. 36 "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes? " 37 "Aquele que teve misericórdia dele", respondeu o perito na lei. Jesus lhe disse: "Vá e faça o mesmo".

O amor ao próximo está caracterizado em 1 Coríntios 13.4-8. 4 O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. 5 Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. 6 O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará.

Sua total falta de egoísmo é comovente. O amor ao próximo busca o bem do próximo, e sua verdadeira medida é o quanto ele dá para esse fim.

O amor é um princípio de ação e não de emoção. É um propósito de honrar e beneficiar a outra parte. É uma questão de dar coisas para as pessoas por pura compaixão de sua necessidade, que sintamos ou não afeição pessoal por elas. É por seu amor ativo aos outros que os discípulos de Jesus devem ser reconhecidos (Jo 13.34,35). 34 "Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. 35 Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros".



Fonte:Autor: J. I. Packer
Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista.